quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Bond, James Bond!




Apresentação

James Bond - 007. O espião mais famoso da ficção celebra este ano 50 anos de sua primeira aparição no cinema. Foi em 5 de outubro de 1962 que Sean Connery personificou a criação de Ian Fleming em "007 Contra o Satânico Dr. No". E uma lenda nasceu. Cinco décadas e vinte e dois filmes depois (o mais novo chega aos cinemas em novembro) James Bond se tornou não só sinônimo de ação como também mudou o modo do mundo encarar uma série cinematográfica, introduzindo elementos icônicos e uma dezena de novidades (as Bondgirls, os gadgets, as locações internacionais) que fizeram da marca 007 uma das mais valiosas e duradouras da história. Sem falar nos seis atores que tiveram a chance de dar vida ao espião - e que se tornaram celebridades internacionais.



No curso JAMES BOND - 50 ANOS DE CINEMA, ministrado por Roberto Sadovski, serão abordadas as particularidades de cada um dos astros da série; a criação da franquia; as mulheres; suas armas e apetrechos; as locações em todo o mundo e as sequências espetaculares que ficaram gravadas no imaginário de todo fã de cinema do planeta.



Conteúdo do curso

SEAN CONNERY
- O James Bond original, que se tornou o padrão de heroi de ação seguido até hoje. Sua carreira pós-007, suas ascensão na série e os seis filmes como o agente.
- De perseguições inacreditáveis a vilões com planos mirabolantes e o destino do mundo em risco, a fórmula que, em cinco décadas de aperfeiçoamento e adequação a cada era, marcou a série.
- Lindas, letais, imortais: de Honey Ryder a Vesper Lynd, as principais Bondgirls que marcaram a vida de 007.





GEORGE LAZENBY
- Lazenby, o modelo alçado à condição de Bond rejeitado.
- Na imensa galeria de personagens destaque para os principais aliados e maiores vilões de 007.
- As aventuras da série já passaram por dezenas de países. As principais locações dos filmes e as filmagens nos estúdios Pinewood, na Inglaterra.





ROGER MOORE
- Depois de um começo tímido, James Bond passou a usar o mais diversos apetrechos em suas missões, incluindo os veículos que fizeram história, inclusive as várias encarnações do lendário Aston Martin.
- A ironia fina de Connery terminou no humor descarado de Roger Moore, que popularizou a série e deu aos filmes seus maiores absurdos.
- Um exército de dublês deu vida às cenas de ação mais espetaculares da série - que dão um panorama completo da evolução dos efeitos especiais no cinema.



TIMOTHY DALTON
- Bond realista "Fase Um": Timothy Dalton emprestou realismo a 007 numa época em que os fãs não estavam preparados para fugir da fórmula.
- A música de 007 é tão imortal quanto os filmes: uma visita aos temas mais famosos.






PIERCE BROSNAN
- James Bond prepara-se para a última década do século 20 apostando na fórmula de mais de três décadas com o melhor que o cinema moderno pode oferecer.
- Pierce Brosnan, que quase interpretou Bond uma década antes, finalmente se torna a expressão mais fiel do espião criado por Ian Fleming.
- Um Novo Dia Para Morrer: o maior sucesso da série no Brasil também marcou o esgotamento da fórmula e a necessidade dela ser reinventada.


DANIEL CRAIG

- Daniel Craig quebra a fórmula e entrega um James Bond moldado no novo século, reiniciando a série do zero.
- Como James Bond aprendeu com o novo cinema de ação e recuperou a relevância e as grandes bilheterias.
- Operação Skyfall: o que esperar da nova aventura?






Ministrante
Roberto Sadovski

Jornalista e crítico de cinema. Por mais de uma década guiou a principal revista do gênero no Brasil, a SET, fazendo dela referência no país e também no mundo. Sadovski tornou-se um dos principais profissionais brasileiros na cobertura da Sétima Arte, entrevistando os principais, atores, diretores e produtores do Brasil e de Hollywood e visitando as filmagens de grandes blockbusters modernos – além de colaborar com grandes veículos de mídia como UOL, Rolling Stone, GQ, Contigo!, Playboy, VIP e também a inglesa Empire, a maior revista sobre cinema do mundo.

Sadovski trabalhou na cobertura das filmagens de grandes filmes como Transformers; Homem de Ferro; X-Men; Quarteto Fantástico; As Crônicas de Nárnia; GI Joe – A Origem de Cobra; O Lobisomem; Tomb Raider e Poseidon. Foi também um dos poucos brasileiros a visitar a base do império de Star Wars, o Skywalker Ranch, na Califórnia. Com excelente relacionamento com estúdios no Brasil e também nos Estados Unidos – e acesso exclusivo a astros e realizadores, graças a amizades cultivadas ao longo destes mais de dez anos trabalhando com cinema – Roberto Sadovski continua seu trabalho movido, acima de tudo, por absoluta paixão pela cultura pop e pela Sétima Arte.



Curso JAMES BOND - 50 ANOS DE CINEMA - de Roberto Sadovski

Data: 25 e 26 de Outubro
Horário: 19h30 às 22h
Local: Centro Cultural CEEE Erico Verissimo (Rua dos Andradas, 1223 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)
Investimento: R$ 70,00
Material: Certificado de participação

Informações: cenaum@cenaum.com  /  Fone: (51) 9176-4757

Realização:
Cena UM


Promoção:
Centro Cultural CEEE Erico Verissimo / Grupo CEEE / Governo do Estado do RS

Patrocínio:

Parceiros de divulgação:
E O Video Levou  /  Mundo Cult  /  Papo de Cinema  / Cult News

Para fazer sua inscrição preencha o formulário abaixo:

 

 

 

 

 

 

 

 



quarta-feira, 3 de outubro de 2012

"Oficina de Roteiro de Cinema - Turma 8"




Abertas as inscrições para a Turma 8 da OFICINA DE ROTEIRO DE CINEMA.


Apresentação

A OFICINA DE ROTEIRO DE CINEMA, ministrada pelo Doutor em Cinema Roger Bundt, desenvolve aulas teóricas e práticas de redação de roteiro para curta e longa-metragem. Serão 7 aulas presenciais ao longo das quais cada aluno desenvolverá um roteiro de curta-metragem, com supervisão individual do professor. As aulas serão ministradas no Museu da Comunicação Hipólito José da Costa (Porto Alegre).

Para frequentar as aulas da Oficina não é necessário nenhum pré-requisito.



Metodologia

Aulas expositivas, análises de filmes, estudo de textos de apoio, acompanhamento individual no desenvolvimento do roteiro e indicações bibliográficas.


Ministrante

ROGER BUNDT é Doutor em Cinema (2011), Mestre em Letras e Cultura Regional pela UCS (2005) e Mestre em Cinema pela Universidade de Barcelona (2001). Trabalha na produção audiovisual desde 1993. Atua como roteirista e diretor de programas de televisão e cinema, atuando principalmente nos seguintes temas: cinema e televisão (roteiro, produção e significação), publicidade (criação e produção), entretenimento e roteiro audiovisual.


Conteúdo programático

Introdução ao roteiro / Argumento / Sinopse / Storyline / Escaleta / Diálogos / Cenas / Personagens / Ideias / Discurso indireto



Cronograma das aulas

TURMA 8 (Segundas-feiras – 19h30 às 22h)

Encontro 1: 29 / Outubro
Encontro 2: 12 / Novembro
Encontro 3: 19 / Novembro
Encontro 4: 26 / Novembro
Encontro 5: 03 / Dezembro
Encontro 6: 10 / Dezembro
Encontro 7: 17 / Dezembro


DVD promocional





Os participantes da “OFICINA DE ROTEIRO DE CINEMA – Turma 8” ganham o DVD promocional “Pequenos Filmes Grandes Diretores", que reúne uma seleção dos primeiros curtas-metragens de diretores consagrados.








TURMA REDUZIDA / VAGAS LIMITADAS


“OFICINA DE ROTEIRO DE CINEMA – Turma 8” – de Roger Bundt

Início: 29 de Outubro
Horário: 19h30 às 22h
Local: Museu da Comunicação (Rua dos Andradas, nº 959 – Porto Alegre / RS)

Investimento: R$ 320,00
Material: Apostila + DVD Promocional + Certificado de participação

Informações: cenaum@cenaum.com / Fone: (51) 9176-4757

Realização: Cena UM


Para fazer sua inscrição envie os dados cadastrais para cenaum@cenaum.com
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- Endereço
- Fone
- E-mail


segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Expressionismo Alemão - Inscrições abertas



Apresentação

O Expressionismo Alemão foi um estilo cinematográfico, cujo auge se deu na década de 1920, caracterizado pela distorção de cenários e personagens, através da maquiagem, dos recursos de fotografia e de outros mecanismos, com o objetivo de expressar a maneira como os realizadores viam o mundo.

O período de 15 anos que decorreu entre a revolução de novembro de 1918 e a ascensão de Hitler ao poder, em janeiro de 1933, é conhecido na história alemã como a época da Cultura de Weimar. Foi um momento muito especial no qual um clima derrotista e depressivo, resultante do desastre militar de 1918, coexistiu com a extrema criatividade artística e intelectual. Berlim tornou-se a capital da vanguardas nos anos 20.



O Expressionismo no cinema alemão começa em 1919, com o célebre O Gabinete do Doutor Calegari, de Robert Wiene. O filme nos transporta para um mundo de puro pesadelo que coincide com a instabilidade política do momento: muros cheios de grafites, prédios inclinados, cenários desbotados de onde se destacam figuras geométricas e personagens alucinadas. O horror, o fantástico e o crime eram os temas dominantes do Expressionismo no cinema. Nosferatu, Uma Sinfonia de Horror (1922), de Murnau, e Dr. Mabuse, O Jogador (1922) e Metrópolis (1926), ambos de Fritz Lang, foram outras obras significativas do movimento.

O Expressionismo trouxe uma nova forma de cinema, com temas sombrios de suspense policial e mistérios em um ambiente urbano, personagens bizarros e assustadores, uma distorção da imagem devido a uma excessiva dramaticidade tanto na atuação quanto na maquiagem e cenografia fantástica de recriação do imaginário humano. A influência dos expressionistas do cinema se fez sentir em Hollywood, tanto na temática quanto na linguagem, inclusive porque muitos dos diretores alemães de então migraram para os EUA e lá realizaram filmes. O Expressionismo influenciou particularmente dois gêneros, o cinema de terror e o filme noir.



Conteúdo programático

Aula 1 (8/Outubro) - Cronologia do Cinema Clássico Alemão
  • As origens do cinema fantástico alemão (1922 - 1919)
  • Pesadelo e loucura na visão expressionista (1920 - 1924)
  • Poesias da cidade e delírios megalômanos (1925 - 1929)
  • O cinema sonoro e o fantasma do nazismo (1929 - 1933)

Aula 2 (9/Outubro) - Os Grandes Diretores do Expressionismo
  • Richard Oswald: o esquecido artesão do horror
  • Robert Wiene: o legado de um cineasta visionário
  • Fritz Lang: o grande mestre em todos os gêneros
  • F. W. Murnau: a visão sombria de um gênio absoluto
  • Paul Leni: o horror com toque de humor e magia
  • G. W. Pabst: o cronista da angústia e da decadência


Aula 3 (10/Outubro) - O Expressionismo em temas - Parte I
  • Duplo maligno (O Outro; O Estudante de Praga; O Pavor; Metrópolis)
  • Criação de vida artificial (O Golem; Homunculus; Mandrágora; Metrópolis)
  • Pactos diabólicos (O Estudante de Praga; O Retrato de Dorian Gray; Fausto)
  • Morte personificada (Hilde Warren e sua Morte; Pode o Amor mais que a Morte)


Aula 4 (11/Outubro) - O Expressionismo em temas - Parte II
  • Dramas históricos (Madame DuBarry; Sumurun; Ana Bolena; Helena de Tróia)
  • Gênios do crime (O Gabinete do Dr. Caligari; As Aranhas; Dr. Mabuse; Metrópolis)
  • Decadência moral (A Última Gargalhada; Diário de uma Pecadora; O Anjo Azul)
  • Mulheres fatais (A Múmia; Genuine; A Caixa de Pandora; O Anjo Azul)



Ministrante
Carlos Primati

Jornalista, crítico, historiador e pesquisador dedicado a tudo que se refere ao cinema de horror mundial. Publicou artigos em livros sobre a obra do cineasta José Mojica Marins e sobre o Horror no Cinema Brasileiro. Colaborou no livro Maldito, de André Barcinski e Ivan Finotti, e co-produziu a Coleção Zé do Caixão em DVD, vencedor do 1º Prêmio DVD Brasil como melhor coleção do ano.
Publicou textos nas edições especiais O Livro do Horror (Herói), O Super Livro dos Filmes de Ficção Científica (Superinteressante) e A História do Rock (Bizz). Criou e editou a revista Cine Monstro, e trabalha na organização de uma monumental enciclopédia sobre filmes de horror.
Colaborador de publicações como O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo, Jornal da Tarde, Bizz, Set, General, Herói, Conecta, Dark Side, DVD Total, Showtime, Mundo Estranho, Flashback, Monet etc. Editou o livro Voivode: Estudos Sobre os Vampiros e escreveu o volume sobre Séries de TV da Coleção 100 Respostas (Mundo Estranho).

Já ministrou os cursos “A Obra de Alfred Hitchcock” e “História do Cinema de Horror” pela Cena UM.



Curso EXPRESSIONISMO ALEMÃO - UMA SINFONIA DE LUZES E SOMBRAS - de Carlos Primati

Datas: 08, 09, 10 e 11 de Outubro
Horário: 19h30 às 22h
Local: Museu da Comunicação (Rua dos Andradas, nº 959 – Porto Alegre / RS)
Investimento: R$ 90,00 (valor promocional de R$ 80,00 para as primeiras 10 inscrições)
Material: Apostila e Certificado de participação

Informações: cenaum@cenaum.com / Fone: (51) 9176-4757

Realização: Cena UM


Para fazer sua inscrição envie os dados cadastrais para cenaum@cenaum.com
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terça-feira, 11 de setembro de 2012

Cinema dos Anos 60



Apresentação

A década de 60 foi um período extremamente criativo e revolucionário em diversas cinematografias ao redor do mundo. O momento era de contestação e rediscussão dos modelos sociais. E o cinema desta época refletiu este desejo de mudança. Diferentes formas de ver, fazer e produzir filmes se manifestaram e um novo modelo de cinema surgiu. O curso NOVOS CINEMAS DOS ANOS 60, ministrado por Leonardo Bomfim, fará um recorte histórico daquela época em 3 Módulos de estudo que abordarão as principais cinematografias que redefiniram o cinema mundial.



Objetivo

Apresentar uma visão contextualizada e aprofundada do que significou a ruptura estabelecida na década de 1960 com os chamados “Novos Cinemas” – procurando identificar uma pré-história das rupturas nas décadas anteriores e a futura relevância para o cinema contemporâneo. Da Nouvelle Vague ao Novo Cinema Tcheco, do Cinema Novo Brasileiro à Nouvelle Vague Japonesa, quais os pontos de contato e de distanciamento entre os movimentos de vanguarda do cinema dos anos 1960?



Justificativa

Trata-se de um momento destacado da história do cinema, que vê a estréia de cineastas seminais como Jean-Luc Godard, Glauber Rocha, John Cassavetes, Alain Resnais, entre outros – talvez a primeira geração com total consciência histórica e estética do próprio cinema –, além do surgimento de cinematografias periféricas propondo rupturas radicais. Por sua liberdade em relação à linguagem, os “Novos Cinemas” podem ser considerados, ao mesmo tempo, o ápice do período moderno e o início do cinema pós-moderno. Para a devida compreensão das questões colocadas pelo cinema contemporâneo é de suma importância que se discuta as rupturas dos anos 1960.


Público alvo e Metodologia

Qualquer pessoa interessada em cinema, do iniciante ao estudioso. As aulas terão um suporte didático, com exibição de trechos de filmes e a distribuição de textos de referência, fazendo com que o aluno interessado possa acompanhar os encontros, mesmo sem um conhecimento prévio da história do cinema. A partir da contextualização histórica, pretende-se aprofundar as questões estéticas e de linguagem que aqueles filmes colocam. Portanto, a proposta é que um iniciante no assunto saia da oficina tendo uma visão bem ampla do que foram os “Novos Cinemas” dos 1960; e que o aluno que já tenha intimidade com o tema tome contato com uma abordagem diferente daquele universo. A estrutura cronológica das aulas pretende oferecer aos alunos uma possibilidade de construção de pensamento relacionada ao tema, para que no fim todos possam ter uma compreensão particular do que significaram os “Novos Cinemas”.


Conteúdo programático

Módulo 1
Introdução, Nouvelle Vague e Cinema Novo

Aula 1: A pré-história dos Novos Cinemas: a descoberta do cinema moderno pela crítica francesa, a defesa da mise en scène como aquilo que define a autoria do filme,  o cinema europeu do pós-guerra, as renovações pós-Orson Welles em Hollywood – é o cenário que encaminha as rupturas dos anos 1960. A Nouvelle Vague surge nesse contexto, é o grande movimento dos anos 1960, aquele que origina praticamente todos os outros novos cinemas. Mas existe uma Nouvelle Vague?

Aula 2:  Quando a revista francesa Cahiers du Cinéma resolve mapear as novidades cinematográficas em outros países, o Cinema Novo é colocado em destaque. Em meados dos anos 1960, vira sinônimo de cinema revolucionário. Que revolução propõe o Cinema Novo? Descobrir um Brasil; parece ser o lema dos primeiros filmes. Após o Golpe Militar, olhar para si torna-se quase obrigação. É o momento em que surge o Cinema Marginal – uma ruptura ou uma radicalização da estética cinemanovista?



Módulo 2
Nouvelle Vague Japonesa e Novo Cinema Tcheco

Aula 1: A Nouvelle Vague Japonesa representa uma ruptura significativa na cultura japonesa que, inclusive, transcende o cinema. A modernização crescente do país a partir do pós-guerra e a inevitável presença dos jovens começam a apagar a imagem clássica e conservadora que o país cultivava. Nesse contexto, a política e a figura da mulher se tornam a questão mais importante do jovem cinema japonês.

Aula 2: A ruptura do cinema no contexto comunista. A relação entre o Novo Cinema Tcheco e a produção do Leste europeu daquela época, especialmente a polonesa, tão festejada pelos críticos. Símbolo máximo da Primavera de Praga, os filmes tchecos optaram pelo humor caótico, de inclinação absurda, para colocar em cena os dramas de uma nação que vivia sob os olhos atentos da União Soviética.



Módulo 3
NOvo Cinema Americano e fim de caso?

Aula 1: Uma questão fundamental: pensar Hollywood no contexto dos Novos Cinemas. Como a indústria do cinema reage à mudança do estado das coisas do cinema? Ao mesmo tempo, ganha força o underground de Jonas Mekas e Andy Warhol. John Cassavetes também renova o cinema americano, autorizando a turbulência na mise en scène. No fim da década, filmes como Bonnie & Clyde, de Arthur Penn, e Sem Destino, de Dennis Hopper, acentuam o surgimento da geração que tomaria conta de Hollywood nos anos 1970. Há uma real ruptura ou uma continuidade que absorve apenas alguns aspectos dos novos cinemas?

Aula 2: A ressaca dos anos 1970 em filmes que ilustram tal condição: Tudo Vai Bem (Jean-Luc Godard, 1972), A Mãe e a Puta (Jean Eustache, 1973) e Quando Explode a Vingança (Sergio Leone, 1971). Num sentido estético, quais caminhos o cinema toma após a sobreposição de rupturas durante a década de 1960? E a herança dos Novos Cinemas para o cinema contemporâneo – o que sobrou?



Ministrante
Leonardo Bomfim
Jornalista e Mestre em Comunicação Social pela PUCRS. Membro da Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul – ACCIRS. Curador das mostras “Cinema Marginal” e “Cinema Black”, realizadas na sala de cinema P.F. Gastal. Diretor do documentário em longa-metragem Nas Paredes da Pedra Encantada (2011).  Diretor do videoclipe A Marchinha Psicótica de Dr. Soup, do Júpiter Maçã. Publicou artigos em revistas como Teorema; Norte; Noize e em sites como Senhor F; Fronteiras do Pensamento e Rock Press. Editou o site Freakium, sobre cultura pop, música e cinema, de 2005 a 2007. Atualmente, mantém o blog http://freakiumemeio.wordpress.com.


Curso NOVOS CINEMAS DOS ANOS 60 - de Leonardo Bomfim

Datas:
Módulo 1: 25 e 27 de setembro (terça e quinta)
Módulo 2: 02 e 04 de outubro (terça e quinta)
Módulo 3: 16 e 18 de outubro (terça e quinta)
Horário: 19h30 às 22h
Local: Museu da Comunicação (Rua dos Andradas, nº 959 – Porto Alegre / RS)
Investimento: R$ 120,00 (3 Módulos) - Depósito bancário / Cartão de crédito
Material: Apostila e Certificado de participação

Informações: cenaum@cenaum.com / Fone: (51) 9176-4757

Realização: Cena UM


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