sábado, 29 de março de 2014
terça-feira, 25 de março de 2014
"Laboratório de Produção - Turma 2": Inscrições abertas
Por detrás de cada
obra artística existe a construção de um olhar, que se particulariza a partir
de uma construção íntima do realizador frente a um contexto sócio-histórico, ao
seu objeto de registro e em relação a si mesmo como agente de um discurso.
Realizar um documentário é muito mais do que “mostrar a realidade como ela é”.
Por detrás de uma produção documental existe a construção de um olhar, a partir
de uma relação íntima do realizador frente ao seu objeto de registro, a um
contexto sócio-histórico e em relação a si mesmo como agente de um discurso. Ao
aprofundar estas relações, não é por acaso que o chamado “Documentário de
Criação” emerge atualmente como uma importante fonte de renovação dentro das narrativas
cinematográficas.
No "Documentário de Criação" está em jogo não somente o "que" está sendo registrado, mas sobretudo o "como" registrar. Neste tipo de produção, ganha protagonismo as escolhas da abordagem que o realizador decide tomar frente ao seu registro e o "como" se confrontar com o real através da construção de um ponto de vista. Ao transitar em práticas relacionadas a um cunho mais poético e ensaístico, o "Documentário de Criação" procura ampliar sua própria abordagem documental, conseguindo assim distinguir-se de um registro mais expositivo e jornalístico que tanto o caracterizou nos seus primórdios.
O "Laboratório de Produção - Documentário de Criação - Turma 2", ministrado por Rafael Valles, no Museu da Comunicação (Porto Alegre), enfocará não somente uma análise, mas também uma prática que esteja inserida dentro da produção documental contemporânea. Seja a partir do estudo de documentários e artigos que aprofundem e problematizem o conceito de criação e autor no documentário, assim como a realização de exercícios e projetos dos alunos que coloquem em prática este tipo de produção. O curso se propõe a criar um espaço de reflexão crítica sobre a construção do real no documentário e a problematizar a posição do realizador neste processo.
No "Documentário de Criação" está em jogo não somente o "que" está sendo registrado, mas sobretudo o "como" registrar. Neste tipo de produção, ganha protagonismo as escolhas da abordagem que o realizador decide tomar frente ao seu registro e o "como" se confrontar com o real através da construção de um ponto de vista. Ao transitar em práticas relacionadas a um cunho mais poético e ensaístico, o "Documentário de Criação" procura ampliar sua própria abordagem documental, conseguindo assim distinguir-se de um registro mais expositivo e jornalístico que tanto o caracterizou nos seus primórdios.
O "Laboratório de Produção - Documentário de Criação - Turma 2", ministrado por Rafael Valles, no Museu da Comunicação (Porto Alegre), enfocará não somente uma análise, mas também uma prática que esteja inserida dentro da produção documental contemporânea. Seja a partir do estudo de documentários e artigos que aprofundem e problematizem o conceito de criação e autor no documentário, assim como a realização de exercícios e projetos dos alunos que coloquem em prática este tipo de produção. O curso se propõe a criar um espaço de reflexão crítica sobre a construção do real no documentário e a problematizar a posição do realizador neste processo.
NÃO É NECESSÁRIO NENHUM PRÉ-REQUISITO
PARA PARTICIPAR DESTA ATIVIDADE.
OBJETIVOS
TEÓRICOS
- Apresentar as especificidades contidas no documentário, procurando entender como o “documentário de criação” se insere neste contexto;
- Realizar uma revisão sobre a história do documentário, expondo suas tendências e diferentes formas de abordagem ao longo dos anos;
- Analisar os conflitos existentes entre o olhar factual e o olhar poético, aprofundando um estudo sobre as construções estéticas e narrativas contidas no documentário;
- Refletir sobre o uso das novas tecnologias no documentário, buscando entender como isso ajudou a redefinir suas formas de abordagem.
- Realizar um documentário;
- Elaborar projeto escrito de documentário (de forma individual ou em grupos), visando postular a futuros editais de fomento a produção documental;
- Propor trabalhos práticos e saídas de campo que procurem exercitar a construção de um olhar do realizador frente ao seu objeto de registro.
PÚBLICO ALVO
Aberto a estudantes, artistas, profissionais do meio cinematográfico e demais pessoas interessadas na realização de documentários e na construção da linguagem cinematográfica. Não existe a necessidade de contar com experiência cinematográfica prévia.
DATAS / CARGA HORÁRIA
O “Laboratório de Produção – Documentário de Criação - Turma 2” será desenvolvido em 12 aulas semanais, às quartas-feiras, das 19h30 às 22h. A atividade terá a duração total de 30 horas / aula.
- Início: 30/Abril/2014
- Final: 16/Julho/2014
CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS
- A ontologia do cinema documentário;
- Exposição e análise dos gêneros no cinema documentário: expositivo, reflexivo, interativo, observacional e poético;
- A questão do “dispositivo” no cinema documentário;
- A auto-referencialidade como paradigma na representação da realidade;
- A problemática da representação do “outro” no cinema documentário;
- A influência do suporte tecnológico no processo de criação cinematográfico;
- A problemática do uso de arquivos audiovisuais na produção documental.
METODOLOGIA
- O curso se desenvolverá em trabalhos práticos e teórico relacionados ao cinema documentário, com ênfase no "Documentário de Criação".
- Serão realizados ao longo do curso trabalhos práticos de realização audiovisual e de elaboração escrita, onde se buscará exercitar formas narrativas e poéticas que correspondam ao processo de construção do olhar do realizador frente ao seu objeto de registro.
- Dentro do campo teórico, em formato expositivo e interativo com os participantes do curso serão abordados temas que reflitam e questionem a posição do "Documentário de Criação" dentro de um contexto audiovisual, artístico e sócio-histórico.
- Serão analisados artigos e conceitos responsáveis por expandir a compreensão sobre o que é Documentário, assim como realizar a projeção de filmes paradigmáticos, que procurem aprofundar um entendimento na construção do "saber documental".
QUESTÃO TÉCNICA / EQUIPAMENTOS
É importante esclarecer que o curso estará direcionado a assessorar a elaboração, realização e finalização dos exercícios e curtas-metragens realizados pelos participantes. O curso não disponibiliza equipamentos para a realização dos trabalhos práticos, cabendo, portanto, ao participante se responsabilizar pela questão técnica.
No entanto, pelo fato de que os exercícios práticos estarão mais concentrados no uso de materiais de arquivo (fotos, vídeos, desenhos) e de processos de escrita (elaboração de projetos), vale destacar que a questão técnica não será preponderante para o bom desenvolvimento do curso e desempenho dos participantes.
O objetivo do Laboratório de Produção é ampliar o campo de conhecimento dos participantes quanto ao uso de procedimentos, linguagens, temas e formatos dentro do âmbito audiovisual. O uso de suportes audiovisuais das mais variadas procedências, como câmeras de vídeo (amadora ou semiprofissional), câmera fotográfica e celular, entre outros, se tornarão importantes ferramentas para a realização dos trabalhos práticos.
Ministrante RAFAEL VALLES
Doutorando em Comunicação e graduado em Jornalismo pela PUC-RS. Mestre em Cinema Documentário pela Universidad del Cine (FUC), de Buenos Aires (Argentina), através do curso "Maestria em Cine Documental" e autor da tese "O Eu é um Outro- Um estudo sobre o ato performático no cinema documentário brasileiro contemporâneo".
Realizou curtas-metragens de ficção, documentário e cinema experimental, que participaram de Festivais a nível nacional e internacional. Participou e ministrou, no Brasil e na Argentina, diversos cursos direcionados ao cinema documentário, entre os quais se destacam "O Que é Documentário?", pela Cena UM, e a docência nas disciplinas de Documentário 01 e Documentário 02, no Curso de Cinema da UNISUL (Santa Catarina). Atualmente é curador do CURTA.DOC, espaço web com acervo digital dedicado ao cinema documentário nacional e latino americano (www.curtadoc.tv), assim como está finalizando o livro "Fotogramas de la Memoria - Encuentros com José Martínez Suárez", sobre o cineasta argentino.
No entanto, pelo fato de que os exercícios práticos estarão mais concentrados no uso de materiais de arquivo (fotos, vídeos, desenhos) e de processos de escrita (elaboração de projetos), vale destacar que a questão técnica não será preponderante para o bom desenvolvimento do curso e desempenho dos participantes.
O objetivo do Laboratório de Produção é ampliar o campo de conhecimento dos participantes quanto ao uso de procedimentos, linguagens, temas e formatos dentro do âmbito audiovisual. O uso de suportes audiovisuais das mais variadas procedências, como câmeras de vídeo (amadora ou semiprofissional), câmera fotográfica e celular, entre outros, se tornarão importantes ferramentas para a realização dos trabalhos práticos.
Ministrante RAFAEL VALLES
Doutorando em Comunicação e graduado em Jornalismo pela PUC-RS. Mestre em Cinema Documentário pela Universidad del Cine (FUC), de Buenos Aires (Argentina), através do curso "Maestria em Cine Documental" e autor da tese "O Eu é um Outro- Um estudo sobre o ato performático no cinema documentário brasileiro contemporâneo".
Realizou curtas-metragens de ficção, documentário e cinema experimental, que participaram de Festivais a nível nacional e internacional. Participou e ministrou, no Brasil e na Argentina, diversos cursos direcionados ao cinema documentário, entre os quais se destacam "O Que é Documentário?", pela Cena UM, e a docência nas disciplinas de Documentário 01 e Documentário 02, no Curso de Cinema da UNISUL (Santa Catarina). Atualmente é curador do CURTA.DOC, espaço web com acervo digital dedicado ao cinema documentário nacional e latino americano (www.curtadoc.tv), assim como está finalizando o livro "Fotogramas de la Memoria - Encuentros com José Martínez Suárez", sobre o cineasta argentino.
VAGAS LIMITADAS
"LABORATÓRIO DE PRODUÇÃO:
DOCUMENTÁRIO DE CRIAÇÃO - Turma 2"
de Rafael Valles
DOCUMENTÁRIO DE CRIAÇÃO - Turma 2"
de Rafael Valles
Início: 30 de Abril de 2014 (12 encontros semanais, às quartas-feiras)
Horário: 19h30 às 22h
Local: Museu da Comunicação (Rua dos Andradas, 959 – Porto Alegre)
Investimento:
- À vista: R$ 650,00 (Cartão de crédito ou Depósito bancário)
- Parcelado: 1 + 3 de R$ 180,00 (Depósito bancário + Cheques)
Informações: cenaum@cenaum.com / Fone: (51) 9320-2714
Inscrições: www.cinemacenaum.blogspot.com.br
Realização: Cena UM
Patrocínio: Back in Black / Sapere Aude Livros
Apoio: Facool
Parceria: Espaço Vídeo
Parceria: Espaço Vídeo
INSTRUÇÕES PARA EFETUAR A INSCRIÇÃO
- Preencha o Formulário de Inscrição abaixo e clique em “Enviar”.
- Pagamento À VISTA / Cartão de Crédito: Após enviar o Formulário de Inscrição clique no botão do “PagSeguro”.
- Pagamento À VISTA / Depósito Bancário: Após enviar o Formulário de Inscrição você receberá orientações por e-mail.
- Pagamento PARCELADO / Depósito Bancário + Cheques (1+3): Após enviar o Formulário de Inscrição você receberá as orientações por e-mail.
sábado, 22 de março de 2014
terça-feira, 11 de março de 2014
"Como Ver um Filme" - Inscrições abertas
NOVA EDIÇÃO / REVISADA E AMPLIADA
DIRETO DE LOS ANGELES, ANA MARIA BAHIANA RETORNA À PORTO ALEGRE PARA MAIS UMA EDIÇÃO, REVISADA E AMPLIADA,
DO CURSO "COMO VER UM FILME".
DO CURSO "COMO VER UM FILME".
Apresentação
Pode-se assistir um filme, acompanhar sua história, levar sustos, chorar e rir, e ainda assim não tê-lo, de fato, visto. A diferença entre "Olhar" e "Ver", tão fundamental nas artes plásticas, é igualmente definidora no Cinema: os mais de 100 anos de história da Sétima Arte transformaram o que já foi "fotografia em movimento", "teatro portátil" e "rádio filmado", em um sofisticado e complexo tecido de informações visuais, auditivas e aurais - captadas sem serem necessariamente percebidas - que vai muito além do simplesmente "sentar" e "ver".
No seu segundo século de vida, o Cinema continua em evolução - as novas tecnologias digitais estão transformando e expandindo a narrativa audiovisual de dentro para fora, mudando os sistemas de produção, criando novas plateias e confluindo os conceitos de "Cinema" e "TV".
A nova edição do curso "COMO VER UM FILME - Uma Introdução à Apreciação Cinematográfica", ministrado por Ana Maria Bahiana, quer, de forma simples, prática, descontraída e divertida, levar os participantes para o avesso, a costura deste tecido, fornecendo os elementos necessários para ver um filme do mesmo modo como diretores, roteiristas, atores e produtores o veem.
Em sua nova versão, revisada e ampliada, o curso COMO VER UM FILME aborda igualmente os conteúdos de CINEMA e TV, seus diferentes processos de criação e seus pontos de contato. As mudanças nos processos de criação trazidos pela tecnologia digital também fazem parte do novo currículo da atividade.
Cada um dos dois encontro será ilustrado por sequencias de filmes que demonstram os principais pontos abordados em aula.
Público alvo
Estudantes,
profissionais de cinema e interessados em geral no tema. Não é necessário
nenhum pré-requisito para frequentar esta atividade.
Programação
Encontro 1
(7/Abril)
Entre arte e comércio: Como nascem os filmes
Como uma ideia
chega diante das câmeras; o processo de identificação de argumentos,
desenvolvimento, envolvimento do diretor, escolha do elenco, montagem da
equipe. A diferença dos processos num grande estúdio e num independente. Como
os filmes são financiados e como esses processos afetam o resultado final.
No princípio era o verbo: roteiro + direção
Como se estrutura
um Roteiro. O arco da narrativa. O trabalho do Diretor. Fatores que determinam
o resultado final na página e na tela. A evolução da ideia de pitch, passando
para o argumento, o roteiro e o storyboard.
Encontro 2
(8/Abril)
Império dos sentidos: fotografia + direção de arte
O que fazem o
Diretor de Fotografia e o Diretor de Arte. Como a atmosfera define um filme.
Criando personagens e sensações com objetos, cores e figurino.
A costura do sonho: som + música + montagem
O
papel da Montagem para a forma final do filme. A lâmina de Einsenstein: como o
olho humano cria a história. Como o som modifica a experiência do olhar. Usos
do Som e da Música como elementos narrativos.
Ana Maria Bahiana
Jornalista e
escritora, com uma carreira que cobre três décadas de reportagem e comentário
de cultura no Brasil e no exterior, em imprensa, rádio, televisão e internet.
Moradora de Los Angeles desde 1987 e integrante da Hollywood Foreign Press Association (que dá os
Globos de Ouro) desde 1989.
Ana Maria
escreveu para, entre outros, Jornal do
Brasil, O Globo, Folha de São Paulo, Estado de São Paulo, Opinião
e Rolling Stone, no Brasil; New York Times Syndicate, Escape e Beat, nos Estados Unidos, e Le Film Français na França. De 1992 a
1995 Ana Maria foi a chefe do escritório de Los Angeles da revista inglesa Screen International, e, de 1996 a 2002,
representante, produtora, e correspondente da Rede Telecine e da Rede Globo em
Los Angeles.
Como autora, em
2006 lançou Almanaque dos Anos 70, um
dos maiores best sellers daquele ano. É autora do argumento e co-roteirista e
co-produtora do filme 1972, lançado
pela Buena Vista.
Fez a tradução
brasileira de Como a Geração Sexo –
Drogas e – Rock’n’Roll Salvou Hollywood, de Peter Biskind, sobre Hollywood
nos anos 70. Sua entrevista com Francis Ford Coppola sobre ‘O Poderoso Chefão
III’ foi incluída em The Godfather Family
Album, obra da Editora Taschen, lançada em dezembro de 2008. Em 2012 lançou
o livro Como Ver um Filme, e neste
ano está lançando seu novo livro: Almanaque
1964.
Atualmente faz consultoria criativa de desenvolvimento para clientes como a FJP e Boathouse Row (Los Angeles), Parakino Produções e Filme 2B (Brasil).
Atualmente faz consultoria criativa de desenvolvimento para clientes como a FJP e Boathouse Row (Los Angeles), Parakino Produções e Filme 2B (Brasil).
Curso
COMO VER UM FILME: Uma
introdução à apreciação cinematográfica
de Ana Maria Bahiana
*Datas: 07 e 08 de
Abril (Segunda e Terça-feira)
*Horário: 19h às 22h
*Local: Centro
Cultural CEEE Erico Verissimo (Rua dos Andradas, 1223 – Centro - Porto Alegre)
*Investimento: R$
100,00
*Formas de pagamento: Depósito bancário ou Cartão de Crédito (via
PagSeguro)
*Material: Certificado
de participação
*Informações:
cenaum@cenaum.com
/ Fone: (51) 9320-2714
*Inscrições:
*Realização:
Cena UM
*Patrocínio:
*Apoio:
*Parceria:
INSTRUÇÕES PARA EFETUAR A INSCRIÇÃO:
1) Preencha e envie o formulário abaixo.
2) Pagamento por Cartão de Crédito: após
enviar o formulário, retorne ao blog e clique no botão do "PagSeguro".
3) Pagamento por Depósito Bancário: após
enviar o formulário você receberá as orientações.
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Curso inédito
APRESENTAÇÃO
Durante décadas, jovens personagens de filmes de horror tiveram mortes
tenebrosas pelas mãos de pérfidos psicopatas, geralmente mascarados, que
esbanjam criatividade (e crueldade) na hora de eliminar seus alvos. A
frequência desses massacres e a quantidade de filmes enfocando o genocídio
adolescente deram origem a um subgênero: os "Slasher Movies" ("Slash"
é o termo em inglês para "retalhar" ou "cortar").
Embora filmes sobre pessoas sendo sistematicamente assassinadas por
psicopatas misteriosos já existam desde os primórdios do cinema, foi a estreia
de Halloween (1978), de John
Carpenter, que imortalizou os cânones do subgênero e as suas
"regras", como a protagonista virginal que sobrevive para enfrentar o
assassino mascarado enquanto seus amigos que fazem sexo são mortos
impiedosamente. Claro que Carpenter não criou tudo isso do zero: vários desses
elementos já apareciam, isoladamente, em produções dos anos 1930.
Mas foi a partir de Halloween
que começou a chamada era de ouro" dos “slasher movies”: durante quase 10
anos, entre 1978 e 1986, centenas de produções foram realizadas no mundo
inteiro, reunindo um variado grupo de vilões mascarados, as mortes mais
criativas que a equipe de efeitos especiais pudesse conceber e muitos, mas
muitos litros de sangue.
Embora nunca tenham realmente desaparecido, os slashers sofreram um período de decadência pós-1986, em grande
parte pelo excesso de filmes e pela falta de criatividade que impedia de
distinguir uma produção da outra. Até que o sucesso de Pânico (1996), de Wes Craven, garantiu uma sobrevida ao subgênero e
toda uma nova geração de jovens viu-se na mira de novos assassinos mascarados. Assim, a exemplo dos vilões mascarados mais famosos desse subgênero, os Slasher Movies nunca morrem e continuam
à solta para aterrorizar a próxima geração de adolescentes.
NÃO É NECESSÁRIO NENHUM PRÉ-REQUISITO PARA PARTICIPAR DESTA ATIVIDADE.
O curso Slasher Movies:
Virgens, Mascarados e Litros de Sangue, ministrado por Felipe M. Guerra, tem como objetivo
explorar a história desse subgênero e estudar o seu impacto na cultura popular
(vilões como Jason já apareceram até em historinhas da Turma da Mônica, ainda
que devidamente caricaturizados). As origens dos Slashers Movies serão apresentadas desde as suas raízes, com o
Teatro Grand Guignol, na França, e os livros baratos de mistério e assassinato,
passando pelos chamados "proto-slashers", filmes que começaram a
lançar as bases para esse tipo de produção, chegando até a produção
contemporânea. O objetivo é criar um panorama variado de como surgiram os Slasher Movies e suas
"regras", enfocando também as produções mais famosas do ciclo.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Aula 1
RASTREANDO AS ORIGENS
Do Teatro Grand Guignol a Jack, O
Estripador, de Agatha Christie a Edgar Wallace.
O QUE É UM SLASHER MOVIE?
Porque Sexta-feira 13 é um Slasher Movie
e Seven não é?
As regras e características que permitem
identificar este subgênero, e como elas sofrem poucas modificações de um filme
para outro.
OS AVÓS DOS SLASHER MOVIES
Uma análise sobre os
"Proto-Slashers", filmes de horror e mistério produzidos entre as
décadas de 1930-70 que já trazem elementos que depois serão imortalizados pelos
Slasher Movies.
HALLOWEEN E O INÍCIO DA ERA DE OURO
O sucesso do filme de John Carpenter e os
cânones do Slasher.
O início da era de ouro e as principais
produções: Sexta-feira 13; Prom Night; Feliz Aniversário Para
Mim; Dia dos Namorados Macabro e outras (e suas continuações).
Aula 2
O INÍCIO DO FIM DA ERA DE OURO
Porque A Noite das Brincadeiras Mortais
é o último grande Slasher Movie clássico?
O subgênero se banaliza e crianças começam a
idolatrar Freddy e Jason.
POR TRÁS DOS SLASHERS
Tentando levar os Slasher Movies a
sério.
Sexualidade e moralismo nos clássicos do
gênero.
A ESTREIA DE PÂNICO E UM NOVO
CICLO
Como o filme de Wes Craven apresentou os Slasher
Movies a uma nova geração.
QUANDO O SUBGÊNERO VIRA PIADA
Slasher cômicos que não se levam a sério e
brincam com os clichês do gênero, de Student Bodies (1981) a Todo
Mundo em Pânico (2000).
Ministrante: FELIPE M. GUERRA
Jornalista e cineasta independente, apaixonado por Filmes B, em
particular pelos Slasher Movies. Escreveu
textos e matérias para o site Boca do
Inferno, onde publicou artigos sobre séries como Sexta-Feira 13 e A Hora do
Pesadelo. Criou um blog próprio (Filmes
para Doidos) onde escreve resenhas sobre cinema. Como cineasta
independente, manifesta sua admiração pelos slashers
ao homenagear o subgênero nos curtas Entrei
em Pânico ao Saber o que Vocês Fizeram na Sexta-feira 13 do Verão Passado - Partes
1 e 2. Recentemente finalizou o curta-metragem O Estripador da Rua Augusta (inédito).
Curso
SLASHER MOVIES:
VIRGENS, MASCARADOS E LITROS DE SANGUE
de Felipe M. Guerra
* Datas: 13 e 14 de Março (Quinta e Sexta-feira)
* Horário: 19h30 às 22h* Local: Centro Cultural CEEE Erico Verissimo (Rua dos Andradas, 1223 – Centro - Porto Alegre)
* Investimento: R$ 80,00 (valor promocional de R$ 70 para as primeiras 10 inscrições – VALOR PROMOCIONAL ESGOTADO)
* Forma de pagamento: Depósito bancário ou Cartão de Crédito (via PagSeguro)
* Material: Apostila e Certificado de participação
* Informações: cenaum@cenaum.com / Fone: (51) 9320-2714
* Inscrições: www.cinemacenaum.blogspot.com
* Realização:
Cena UM
* Patrocínio:
Back in BlackSapere Aude Livros
* Apoio:
Centro Cultural CEEE Erico VerissimoFacool
* Parceria:
INSTRUÇÔES
PARA EFETUAR A INSCRIÇÃO:
1) Preencha e
envie o formulário abaixo.
2) Pagamento
por Cartão de Crédito: após enviar o formulário clique no botão do
"PagSeguro".3) Pagamento por Depósito Bancário: após enviar o formulário você receberá as orientações.
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